O seminário abordará o projeto “Ode à Tipografia” e intitular-se-á “Tipos Móveis em Tempos Móveis”.
O projeto resulta de cinco anos de oficinas tipográficas realizadas na histórica Tipografia Damasceno, em Coimbra, que reuniram dezenas de participantes — artistas plásticos, designers, ilustradores, figurinistas, arquitetos, estudantes e amantes das letras. Durante estas oficinas, os participantes criaram composições gráficas a partir do poema “Ode à Tipografia”, de Pablo Neruda, utilizando tipos móveis em madeira e chumbo, impressos em máquinas tradicionais como o centenário prelo Albion e a Minerva de pinças, combinando experimentação artística e memória cultural.”
Joana Monteiro é designer gráfica e diretora de arte. Estudou no Royal College of Art, em Londres, tendo posteriormente regressado a Coimbra, cidade de onde é natural. Colaborou com o atelier FBA. e trabalha atualmente como freelancer.
Tem desenvolvido sobretudo projetos na área da cultura, com instituições como o TNSJ (Porto), a English Touring Opera (Londres), o TAGV, o Salão Brazil, o JACC e o CAPC.
É cofundadora do Clube dos Tipos, projeto ligado à tipografia tradicional, no qual colabora com Rui Damasceno, da Tipografia Damasceno. É também fundadora da Editora dos Tipos, chancela através da qual publicou, em 2016, o Manual Prático do Tipógrafo, obra distinguida com o “Certificate of Typographic Excellence”, atribuído pelo Type Directors Club (Typography 38).
A sua edição mais recente, Uma Ode à Tipografia – Interpretações Gráficas Criadas em Contexto de Oficinas Clube dos Tipos 2014–2019, publicada no final de 2025 com o apoio da DgArtes, transformou-se num projeto multidisciplinar que integra oficinas, seminários, conversas e leituras performativas.
O projeto resulta de cinco anos de oficinas tipográficas realizadas na histórica Tipografia Damasceno, em Coimbra, que reuniram dezenas de participantes, artistas plásticos, designers, ilustradores, figurinistas, arquitetos, estudantes e amantes das letras. Durante estas oficinas, os participantes criaram composições gráficas a partir do poema “Ode à Tipografia”, de Pablo Neruda, utilizando tipos móveis em madeira e chumbo, impressos em máquinas tradicionais, como o centenário prelo Albion e a Minerva de pinças, combinando experimentação artística e memória cultural.


